terça-feira, 10 de abril de 2007

O BATIMENTO CARDIACO DA PERIFERIA

São Paulo a grande metrópole brasileira;
São Paulo uma cidade guerreira;
Cidade grande 40 milhões de habitantes;
A maioria mal vestido, a minoria elegante;
Um menino no farol vende bala pelo pão;
A madame no seu carro fecha os vidros e diz: é ladrão!
Desigualdade social, mau distribuição de renda;
Nas escolas as crianças só vão pela merenda;
Falta amor, sobra ódio, isso gera violência;
Nostradamus também previu o fim do mundo sem clemência;
Hipocrisia e egoísmo, ambição em alta voltagem;
O ser humano se esqueceu da solidariedade;
Vejo no olhar de cada um, uma tristeza;
A maioria esquecida vive na pobreza;
Mas pobreza com Deus é abençoada;
O rico tem dinheiro, mas no coração não existe nada;
O pobre que tem fé pede a Deus e diz amém;
A fé do rico é a marca d`água em uma cédula de cem;
São Paulo de tantas diferenças de raça e classes sociais;
Nordestino, do Sul e de várias capitais;
Política, religião e futebol geram brigas e grandes alegrias
Brasil, São Paulo;
Esse é o batimento cardíaco da minha periferia.

4 comentários:

dj paulo disse...

eai mano seus poema sao os melhores!
deus te deu um tom e pelo jeito vc ja aperfeisuo ele.
ceque em frente mano q seu destino ja esta trassado!
VIVA PARA O POETAS DOS LOCOS!!..
ELIAS

disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
disse...

Valeu! Gostei muito da sua poesia. Que nossa indignação mostre o caminho! Abraços, Camila

Unknown disse...

Valeu mano sem palavras!!!!!!
Abraços R.Canto.